"Sol, calor, suor, sol, calor, pancadas de chuva, calor, mormaço, calor, calor..." Não, esse não é um post sobre o verão.... hehehe Apenas venho expressar minha intensa revolta com a atual e agressiva configuração climática de nossa querida ilha.
Mas indo agora ao assunto que hoje nos interessa - e que não deixa de combinar com o calor-, vamos falar da alegria gráfica que as pessoas podem carregar por aí: as estampas!
As estampas habitam os guarda-roupas humanos desde tempos imemoriais. Pois afinal, quando moravam nas cavernas, os homens (e mulheres!) vestiam-se com peles de animais e desfilavam seus modelitos fashion de pintinhas, listrinhas e rajadinhos.
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Durante os séculos seguintes, a fabricação de tecidos experimentou o desenvolvimento de novas técnicas de tingimento e de confeccção, o que enriqueceu para sempre a gama de possibilidades têxteis da humanidade.
O xadrez, por exemplo, tradicionalmente usado nos kilts escoceses para identificar cada família com suas cores, depois foi reinventado e reutilizado em diversos momentos como no movimento punk e na nossa saudosa Jovem Guarda.
Mas já imaginou carregar por aí uma opinião, um símbolo uma parte da história? É o que as camisetas com desenhos propõem. Atualmente, infinitos temas são retratados e às vezes recheados com protesto ou humor. E viva a liberdade de expressão! o/
No Brasil a moda das estampas esteve bastante evidente nos anos 1960, com desenhos geométricos e coloridos e nos anos 1990 com as estampas de animais.
Voltando à nossa ilha, predominam as listras. Nas pólos masculinas e em quase todas as peças femininas é possível perceber esta padronagem.
Mas não importa qual seja a sua estampa - xadrez, listrada, de animal, geométrica, abstrata, floral... imprima seu humor por aí e faça o mundo mais colorido!
O sapato Oxford ganhou esse nome, porque há muito tempo atrás virou febre entre os estudantes da Universidade Oxford. Eles são sapatos fechados, amarrados por um cadarço, que são essencialmente masculinos, mas que ganharam um toquezinho mágico e especial e foram introduzidos no nosso guarda-roupa , meniinas! *-*
É uma peça da moda inverno, que demonstra o tradicionalismo e a masculinidade,como foi dito antes, mas como o bom da vida é misturar as coisas e deixar um contraste bem legal, os sapatos Oxford se mostraram uma escolha perfeita com roupas bem femininas, como por exemplo, vestidinhos. E lembre-se que misturar eles com peças vintage e com chapéu deixa o look bem descolado. :}
Para as meninas que não conseguem descer do salto, já existem as versões Oxford com saltinhos, que também não ficam atrás das originais! Anunciado há quase dois anos, os Oxford foram motivo de polêmica e discussões, mas finalmente para a alegria dos nossos rostinhos ele é desfilado nos pés de muitas mulheres. :D
Eu particularmente, adoro os oxford, apesar de não ter comprado os meus ainda! É realmente uma tarefa heróica tentar achar esses sapatos na versão feminina, aqui na nossa cidade, mas como nada é impossível e temos a internet, vamos às compras *-* E se alguém achar esses da foto abaixo, por favor comprem pra mim aaaahhhm (morre!) *---* Beijinhos caramelados :*
Meninos preparem-se para mandar as camisas para a costureira, porque o modelo slim fit está vindo com tudo esse ano! A camisa já é sensação desde novembro do ano passado quando o sonhodeconsumo ator Taylor Lautner fotografou para a edição da revista ‘GQ’, mostrando essa “nova” modelagem.
“Nova” mesmo não é, porque a grande mudança na forma do terno tradicional ocorreu a partir do ano 2000, quando Heidi Slimane, à frente da criação da Dior Homme, propôs a modelagem mais justa no corpo.
A dica é que se forem escolher uma estampa tentem a risca de giz, que é aquela com listrinhas bem suaves, típicas de ternos. E lembre-se que como se trata de uma camisa beeem justa, ela vai cair bem em meninos do tipo físico magro ou atlético. (atooooron)
Pra mim essas camisas são super lindas, porque deixam o garoto com um ar mais sexy e é claro menos desleixado, mas é importante lembrar também que moramos em uma cidade que faz muito calor, portanto aos meninos, nada de sair no sol quente com uma blusa dessas, optem sair à noite com elas porque com certeza vão arrasar!
É incrível a capacidade que algumas cantoras tem em conseguir passar o significado em si de suas músicas, apesar das mesmas não disporem de muitas rebuscagens em seus arranjos.
Isso ocorre de forma encantadora no álbum Seventh Tree (2008) da banda britânica de música eletrônica Goldfrapp.
Diferente do dançante Supernature, este quarto álbum abusa de melodias tão simples a ponto do incauto ouvinte se sentir levitando entre as nuvens tamanha aura meio folk de algumas músicas, como as duas primeiras faixas do álbum: Clowns e Little Bird. Estas cedem passagem à despretensiosa Hapiness que acerta em cheio com seu refrão pegajoso, chegando a lembrar algumas músicas do filme-musical Across The Universe (sim, não paro de cantarolar esse refrão hahahahaha).
Vale destacar o uso de violões e pianos em algumas músicas como Eat Yourself, que tem um tratamento de pianos muito interessante fazendo uma linha que independe do vocal, o tipo de música que fica legal escutar antes de dormir.
O álbum em si demonstra uma mudança muito positiva em relação à sonoridade da banda e um acerto, pois não é qualquer banda que consegue explorar outras sonoridades sem perder a sua identidade musical.
Destaque para a já citada Hapiness, Caravan girl, AeE e Cologne Cerrone Houdini. O álbum se sustenta da mesma forma que começou mantendo a atmosfera meio zen do início com a simples Monster of Love.
As respostas individuais podem até variar bastante, mas o consenso provavelmente mudaria de acordo com a época em que a pergunta fosse levantada.
Entre Marilyn e as pin-ups, o grande lance era ser cheia de curvas, com cabelos ondulados, póas e meias à mostra. Um pneuzinho aqui, uma barriguinha de leve era até charmoso, em contraste com a cintura bem marcada. E as moças fofas e sexy faziam a alegria imaginativa dos rapazes ocupados com a guerra.
Quase concomitantemente, temos um paradoxo na história. Talvez por se tratar de um período de transição, nas décadas de 1960 e 1970 a britânica Twiggy e a francesa Brigitte Bardot eram os ícones da magreza andrógina e do novo símbolo sexual pós-monroe, respectivamente.
Mas foi Twiggy que inspirou a atual geração de 'belas e saudáveis' modelos, que por sua vez inspiram meninas do mundo todo a descobrir revolucionárias técnicas de nutrição por absorção de ar, fotossíntese, poderosas mentalizações e arroubos de força de vontade.
Será que é para economizar pano? Uma calça skinny, por exemplo, que uma dessas meninas das semanas de moda usam, acho que fica apertada até no meu braço, não deve nem entrar até o meu joelho, se for pra vestir a perna. Mas algumas, verdade seja dita, são cabides de rostos muito belos.
Contudo, sobra uma pergunta: a beleza é mensurável?
Se for, então podemos admitir que uma pessoa seja mais bela que outra e inclusive dizer a intensidade. Porém, se a beleza é subjetiva, como achar um padrão? Ahá! não precisamos nos preocupar. A mídia já arranjou. E curiosamente não se parece muito com a maioria de nós...
Talvez porque o diferente nos chame atenção, ou porque geralmente o raro é o que se torna valorizado, o atual padrão de beleza, o estereótipo 'ideal', é justo aquele que menos aparece entre as meras mortais.
Mas você se acha bonito(a)? Por que?
As pesquisas apontam que a grande maioria das pessoas estão insatisfeitas com a própria aparência. Será que todo mundo é feio?
Mamãe e papai me acham linda! o/
Ah vá lá, tem dias em que eu tenho vontade de destruir todos os espelhos da Terra, mas tem dias em q eu me acho até gatchênha! Isso é normal (né?).
Será que realmente vale a pena tentar ser igual ao que dizem que é bonito? Já pensou se todo mundo acordasse amanhã achando lindas as pessoas que resolvesse raspar um lado da cabeça? Ia ter fila no barbeiro! Mas e se você achar que é mais bonito raspar a cabeça toda? Ou raspar só no meio? Como faz? (E se eu não quiser raspar, alooow!?)
Então, vamos nos preocupar mais em tentar medir educação, respeito, sinceridade, afeto. A beleza vai fluir à medida em que cada um manifesta suas preferências. E assim, teremos belos e feios em proporções mais justas. (lol)
Olá galera! Que tal mais uma página na internet com várias dicas e possibilidades de trocas de informações sobre moda, fotografia, arte e cultura? ;D
Mas essa NÃO é a nossa proposta, a In-fluência é uma reunião de três garotas (e por que não, mulheres!) que se interessa por esses assuntos e querem fazer algo diferente! Sim! É possível fugir das mesmices de blogs que se intitulam ‘blogs de moda e fotografia’, nossa rede virtual está cheia deles!
Que tal aliar história à moda? Aqui iremos compartilhar conhecimentos, dicas e buscar novidades do mundo da moda.